martes, 10 de julio de 2007

xuventude: ilusión, enerxía e inocencia

Eu sei que eu posso até ser
O que eu nunca sonhei
Eu sei que eu posso fazer
O que ninguém jamais fez
Sei também não fiz tudo
Que eu queria fazer

Não acredito mais em quase nada
Não acredito mais quase ninguém
Mas eu não posso deixar de acreditar em mim

Não acredito mais em quase nada
Não acredito mais em quase ninguém
Mas eu não posso deixar ...
Mas eu não posso deixar ...

Miname o peito a saudade
Haverá maior tormenta
ou un veneno máis lento
Que turva a felicidade
Que vence a própia verdade
Que quase nos mata enfim?

Este que me fere a min
Foi causado pela sorte
Foi cavado pela morte
Não posso viver assim

Ilusión, enerxía e inocencia (pode que tamén rebeldía e un romanticismo idealista) son virtudes que poden unir a unhas mozas xemelgas cantantes de pop-rock do século XXI e un adolescente de 13 anos de 1903 que choraba a morte da súa media-irmá. Uns versos doentes e chorosos que se mesturan salvando distancias de séculos nuns sentimentos inmutabeis.(Ksis e ...Fernando Pessoa)

3 comentarios:

Marinha de Allegue dijo...

Tanto a ilusión coma a enerxía e si me apuras a inocencia débennos acompanhar no tempo...
* Uns versos fermosos.

Unha aperta.
:)

Rodrigo dijo...

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torredebabel dijo...

penso como Marinha, ilusión e enerxía temos que telas todo o tempo, toda a vida.

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